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CÓDIGO
DE ÉTICA MÉDICA
Capítulo X - Atestado e Boletim
Médico
É vedado ao médico:
Art.
110 - Fornecer
atestado sem ter praticado o ato profissional que o justifique,
ou que não corresponda à verdade.
Art.
111 - Utilizar-se
do ato de atestar como forma de angariar clientela.
Art.
112 - Deixar
de atestar atos executados no exercício profissional, quando
solicitado pelo paciente ou seu responsável legal.
Parágrafo
único: O
atestado médico é parte integrante do ato ou tratamento
médico, sendo o seu fornecimento direito inquestionável
do paciente, não importando em qualquer majoração
de honorários.
Art.
113 - Utilizar-se
de formulários de instituições públicas
para atestar fatos verificados em clínica privada.
Art.
114 - Atestar
óbito quando não o tenha verificado pessoalmente,
ou quando não tenha prestado assistência ao paciente,
salvo, no último caso, se o fizer como plantonista, médico
substituto, ou em caso de necropsia e verificação
médico-legal.
Art.
115 - Deixar
de atestar óbito de paciente ao qual vinha prestando assistência,
exceto quando houver indícios de morte violenta.
Art.
116 - Expedir
boletim médico falso ou tendencioso.
Art.
117 - Elaborar
ou divulgar boletim médico que revele o diagnóstico,
prognóstico ou terapêutica, sem a expressa autorização
do paciente ou de seu responsável legal.

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